[Ou não aprende, sei lá]
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Daquelas coisas que a gente aprende na internet.
Será que ninguém nunca me contou que se eu apertar duas vezes no mesmo link a mesma página vai abrir duas vezes?
Sonhos e obviedades 1

Eu sonhei com um amigo andando de bicicleta.
Ele tinha dreads (que eu inventei).
Estava numa rua pouco movimentada. Parecia do interior.
Eu não sei andar de bicicleta.
Tem muito tempo que não vejo esse amigo. Mas sei que ele não tem dreads. Muito menos tão compridos quanto os que eu vi.
A última cidade de interior que eu fui foi diamantina.
Conclusão: Meu desejo secreto é ir pra Diamantina aprender a andar de bicicleta. E quero que esse amigo ensine.
Não parece óbvio?
[Mais óbvio ainda que eu precise tirar a foto da imagem que está na minha cabeça. Ela parece não existir nos arquivos do Google]
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Ontem era feriado, mas não teve diferença.
Meu pé está doendo. Está tarde. Minha irmã transformou um simples convite num grande (e demorado) evento relâmpago. Hoje não relampeou. Não que eu visse. Amanheceu frio e chovendo. A previsão da manhã disse que ia fazer sol. Eu, claro, não acreditei no rádio. Eu estou com calor agora. Ouvi bastante música hoje. Oito horas de música. Ouvi música enquanto trabalhei. Estive lá o dobro de horas previstas. Nem um terço do necessário. Eu estou devendo horas.
Eu não uso relógio. Não sempre. Eu sempre estou com meu celular, mas estudo num prédio onde ele não funciona. Pelo menos só tenho quatro horas de aula por semana. Pelo menos estou de férias. Poderia falar a vontade no telefone, mas minha operadora parece ter se esquecido de mim. Eu tenho dois trabalhos pra fazer. E eles vão ficar pra última hora.
Chamo as disciplinas de matérias e a Faculdade de escola. Mas não tenho recreio. No tempo que eu tenho entre as aulas eu como alguma coisa. Eu gosto de cantar mas tenho vergonha de fazer isso em público. Já perdi pontos por isso.
Ao meu lado tem um homem falando de futebol. Estamos no metrô. Chegou um. As pessoas levantaram...mas era o que ia pro sentido contrário. Perderam seus lugares. Eu posso esperar mais. Não tenho pressa, estou esperando por aquele convite que virou evento.
E estou sentada.
Eu não uso relógio. Não sempre. Eu sempre estou com meu celular, mas estudo num prédio onde ele não funciona. Pelo menos só tenho quatro horas de aula por semana. Pelo menos estou de férias. Poderia falar a vontade no telefone, mas minha operadora parece ter se esquecido de mim. Eu tenho dois trabalhos pra fazer. E eles vão ficar pra última hora.
Chamo as disciplinas de matérias e a Faculdade de escola. Mas não tenho recreio. No tempo que eu tenho entre as aulas eu como alguma coisa. Eu gosto de cantar mas tenho vergonha de fazer isso em público. Já perdi pontos por isso.
Ao meu lado tem um homem falando de futebol. Estamos no metrô. Chegou um. As pessoas levantaram...mas era o que ia pro sentido contrário. Perderam seus lugares. Eu posso esperar mais. Não tenho pressa, estou esperando por aquele convite que virou evento.
E estou sentada.
domingo, 15 de novembro de 2009
Achei um texto antigo. Incrível como as coisas se repetem.
Eu falo muito
Eu falo de tudo. Mas
Eu não falo tudo!
As coisas que começo eu geralmente não acabo.
Acho que eu não gosto de fins.
[Só objetivos, por favor]
Eu falo de tudo. Mas
Eu não falo tudo!
As coisas que começo eu geralmente não acabo.
Acho que eu não gosto de fins.
[Só objetivos, por favor]
"Eu abro a porta para estranhos. Cumprimento"
"Eu quero aquilo que não tenho. Eu tenho tanto a fazer"
"Eu quero aquilo que não tenho. Eu tenho tanto a fazer"
(13-05-09)
domingo, 8 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Relendo
Eu disse que haveria o quinto e talvez o sexto... E, de fato, houve.
O quinto esteve por aqui.
Poucos acreditaram, uns discordaram. Vários desdenharam.
Mas, na verdade, foi o quinto mais primeiro que existiu. O que perpassará.
O único com quem as conversas eram completamente verdadeiras, com quem eu me preocupava. E quando as preocupações eram com as coisas certas.
E eu lá me importo se é 10 ou 16?! Isso não é assim tão relevante!
Quando as conversas necessárias aconteceram nas horas devidas.
As conversas tinham até local marcado...! =)
Eu poderia falar mais um monte de coisas que me fazem pensar que todos os quatro deveriam ter tido algo de parecido (e que os próximos também deveriam...) mas prefiro parar por aqui.
Utopias não devem ser escritas.
O quinto esteve por aqui.
Poucos acreditaram, uns discordaram. Vários desdenharam.
Mas, na verdade, foi o quinto mais primeiro que existiu. O que perpassará.
O único com quem as conversas eram completamente verdadeiras, com quem eu me preocupava. E quando as preocupações eram com as coisas certas.
E eu lá me importo se é 10 ou 16?! Isso não é assim tão relevante!
Quando as conversas necessárias aconteceram nas horas devidas.
As conversas tinham até local marcado...! =)
Eu poderia falar mais um monte de coisas que me fazem pensar que todos os quatro deveriam ter tido algo de parecido (e que os próximos também deveriam...) mas prefiro parar por aqui.
Utopias não devem ser escritas.
[Mesmo assim, fico esperando e imaginando como será o sexto!]
Das chuvas que vêm de lá
Meu guarda-chuva também está na mochila: São Pedro não se cansou de repetir os dias de sol e chuva intercalados inesperadamente.
Ultimamente só chove quando eu não vejo, o que pode ser ruim...(mas nem sempre é).
Mas eu continuo esperando a chuva (eu e meu guarda-chuva). Eu sei que ela virá, por que eu sempre passo debaixo das mesmas nuvens escuras. Não por escolha, mas quando vejo já estou lá.
Repetindo as mesmas coisas. Por falta de engajamento, de paciência, de criatividade ou de gargalhadas, sei lá.
Dá muito trabalho viver.
[Depois de ler pesa-nervos]
Ultimamente só chove quando eu não vejo, o que pode ser ruim...(mas nem sempre é).
Mas eu continuo esperando a chuva (eu e meu guarda-chuva). Eu sei que ela virá, por que eu sempre passo debaixo das mesmas nuvens escuras. Não por escolha, mas quando vejo já estou lá.
Repetindo as mesmas coisas. Por falta de engajamento, de paciência, de criatividade ou de gargalhadas, sei lá.
Dá muito trabalho viver.
[Depois de ler pesa-nervos]
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