Não pense que suas palavras, ainda que sejam gritadas, serão ouvidas com a mesma atenção de ontem....
Ontem as coisas queriam ser esclarecidas...quer dizer: ante-ontem havia alguma dúvida.
Hoje e daqui pra frente há apenas o desejo de dizer:
Não interessa...
Não por desentendimentos, não....por isso não se zangue!
Não é porque eu não soube o que eu queria saber e por que você achou que eram outras as palavras que eu gostaria de ouvir...(essas, aliás, eram exatamente as que eu não queria!)
Você não disse nenhuma.
Você não disse a que queria dizer, nem disse a que eu queria ouvir...
Ficamos sem saber se essas duas eram as mesmas.
Palavras...se tornaram palavras ao vento...sem sentido
Sem destinatário.
E sem remetente...
Difícil dizer o que não se quer...quando nem se quer falar!
Mas é fácil não ouvir o que não se quer...
E nem nunca mais ter que escutar!
[...]
reticente por pensar em respostas não dadas, 'entrelinhadas', negadas!
domingo, 12 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Vá...

Escreva...
Mande notícias...
Diga que está vivo e que não está passando fome! (mas não minta!)
Encontre aquela coisa...E muitas outras!
Seja feliz...
Volte de vez em quando pra nos contar!!
Tire fotos! Muitas fotos...
Cante...(na chuva!!)
Dance...
Respire novos ares.
Conheça novos narizes!!!
Conheça outros sorrisos!
Sorria!
Ande de bicicleta. De bicicletas...
Viva!
Vá com Deus...e fique com ele!
sábado, 4 de abril de 2009
Assim...
E foi assim que tudo começou...
Nos imaginamos lá e puf! como passe de mágica, pó de pirlimpimpim ou interferência dos padrinhos mágicos, lá aparecemos.
No nosso canto, no nosso lugar.
Estivemos lá por muito tempo. Mas um tempo que não pode ser medido por horas - não essas horas a que estamos acostumados ("Tu me acostumbraste...").
Estávamos felizes, éramos livres.
Vivemos, afinal.
E no fim, as coisas não pareceram ter fim.
E eu acreditei que não tinham tido. Até o dia em que eu senti esse final.
E então acabei com tudo. Mas o fim durou pouco: só até o dia em que te vi novamente...
Ali, naquele instante, apenas sabendo-te ali, sem nem mesmo tê-lo visto...tudo recomeçou irrefreavelmente.
Mas com a mesma velocidade que começou foram capazes de impedir-me.
E, impedida, percebi que aquele tempo que não pude medir na escala do meu relógio continuava...e continuará. Aquele tempo não termina nunca. Assim como outros tempos que tenho dentro de mim. Outros lugares, outras pessoas, alguns aromas, cores e sabores. Todos infinitamente infindáveis...
Os tempos que guardo em mim são apenas meus.
Minhas lembranças apenas pertencem a mim.
Só eu posso modificá-las.
Apenas eu posso apagá-las.
Ou reavivá-las.
Ou quem sabe revivê-las...
Dentro de mim há um universo pronto pra ser vivido... Somente, e exatamente, por quem e quando eu quiser.
Ponho-te lá um dia desses...!
Nos imaginamos lá e puf! como passe de mágica, pó de pirlimpimpim ou interferência dos padrinhos mágicos, lá aparecemos.
No nosso canto, no nosso lugar.
Estivemos lá por muito tempo. Mas um tempo que não pode ser medido por horas - não essas horas a que estamos acostumados ("Tu me acostumbraste...").
Estávamos felizes, éramos livres.
Vivemos, afinal.
E no fim, as coisas não pareceram ter fim.
E eu acreditei que não tinham tido. Até o dia em que eu senti esse final.
E então acabei com tudo. Mas o fim durou pouco: só até o dia em que te vi novamente...
Ali, naquele instante, apenas sabendo-te ali, sem nem mesmo tê-lo visto...tudo recomeçou irrefreavelmente.
Mas com a mesma velocidade que começou foram capazes de impedir-me.
E, impedida, percebi que aquele tempo que não pude medir na escala do meu relógio continuava...e continuará. Aquele tempo não termina nunca. Assim como outros tempos que tenho dentro de mim. Outros lugares, outras pessoas, alguns aromas, cores e sabores. Todos infinitamente infindáveis...
Os tempos que guardo em mim são apenas meus.
Minhas lembranças apenas pertencem a mim.
Só eu posso modificá-las.
Apenas eu posso apagá-las.
Ou reavivá-las.
Ou quem sabe revivê-las...
Dentro de mim há um universo pronto pra ser vivido... Somente, e exatamente, por quem e quando eu quiser.
Ponho-te lá um dia desses...!
Estou na estrada procurando a minha próxima lembrança!
sábado, 28 de março de 2009
Eu poderia agora, citar, inúmeras vezes em que tive vontade de correr pra você e me atirar em seus braços. Poderia citar as várias vezes em que somente o seu sorriso e a sua voz deixaram o meu dia mais feliz. Citaria os momentos em que esperei ardentemente você me ligar. Ou os dias que passei esperando a resposta daquela mensagem. Posso também contar as horas que achei, aguardei que você chegasse... mas você demorou demais ou nem veio.
Agora eu só faço esperar. Espero passar a vontade de me entregar a você. Espero ver o seu sorriso, ainda que de longe, e sem interferências. Continuo esperando você me ligar, você me responder a mensagem e você chegar.
Mas espero de outra forma. Não quero com urgência, acalmei meu coração (ou finjo que sim).
Espero, às vezes, que um outro, diferente, apareça e me faça parar de esperar.
Me faça querer mais.
E ter.
Agora eu só faço esperar. Espero passar a vontade de me entregar a você. Espero ver o seu sorriso, ainda que de longe, e sem interferências. Continuo esperando você me ligar, você me responder a mensagem e você chegar.
Mas espero de outra forma. Não quero com urgência, acalmei meu coração (ou finjo que sim).
Espero, às vezes, que um outro, diferente, apareça e me faça parar de esperar.
Me faça querer mais.
E ter.
[Naquela playlist que eu prometi fazer, encontro várias vezes as músicas que me fazem lembrar vocês...]
Queria saber esperar da maneira correta.
Trocando em miúdos
Eu vou lhe deixar a medida do BonfimNão me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim?
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas do amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar O enorme prazer de me ver chorar Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde
quinta-feira, 26 de março de 2009
domingo, 22 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
Será que é mesmo preciso perder as pessoas que a gente gosta pra poder saber o quanto elas são importantes?
Ouvi isso num filme...(Um muito bom, por sinal...)
"A gente pode se irritar com o rumo que as coisas tomam.
Mas, no fim, só nos resta aceitar."
Eles também diziam isso.
"Nothing lasts forever..."
Não sei se eu queria que as coisas fossem pra sempre.
Nem sei se eu acredito em pra sempre.
E também não sei se as coisas realmente não são pra sempre.
Enfim...eu só me lenbro dos meus últimos 21 anos...e isso comparado ao pra sempre é exatamente nada.
Mas aí como eu posso comparar minha vida - em que tantas coisas aconteceram - a nada?
O tempo é uma incógnita.
"-O tempo presente passa mais rápido que o tempo passado?
-Existe diferença neste tempo?
-O tempo existe?"
As horas foram mais um desses conceitos que inventaram para tapear os homens.
Tapear.
E nós gostamos de ser tapeados.
Pedimos fervorosamente por isso.
reticente e pensativa após assistir "O curioso caso de Benjamim Button" e receber certas notícias desagradáveis...
Ouvi isso num filme...(Um muito bom, por sinal...)
"A gente pode se irritar com o rumo que as coisas tomam.
Mas, no fim, só nos resta aceitar."
Eles também diziam isso.
"Nothing lasts forever..."
Não sei se eu queria que as coisas fossem pra sempre.
Nem sei se eu acredito em pra sempre.
E também não sei se as coisas realmente não são pra sempre.
Enfim...eu só me lenbro dos meus últimos 21 anos...e isso comparado ao pra sempre é exatamente nada.
Mas aí como eu posso comparar minha vida - em que tantas coisas aconteceram - a nada?
O tempo é uma incógnita.
"-O tempo presente passa mais rápido que o tempo passado?
-Existe diferença neste tempo?
-O tempo existe?"
As horas foram mais um desses conceitos que inventaram para tapear os homens.
Tapear.
E nós gostamos de ser tapeados.
Pedimos fervorosamente por isso.
reticente e pensativa após assistir "O curioso caso de Benjamim Button" e receber certas notícias desagradáveis...
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